O vestibular passou.
Junto com ele, foram embora, também,
várias preocupações. Só uma continua - e, pelo visto, vai continuar até o dia em que sair o resultado da UFMG, que deve ser lá pro finalzinho desse mês.
Sempre fui de fazer cálculo "aproximado" de nota, e nesse último vestibular não foi diferente. O problema é que foi tudo bem abaixo da expectativa. Boiologia, por exemplo, em que eu esperava ter ido MUITO mal, eu fui razoavelmente bem: entre 60 e 65%. Química, em que eu esperava ter ido muito bem e garantido a segunda etapa, eu peguei algo entre 72 e 77%. Português, em que eu também 'tava confiante, foi o fiasco, sem dúvida. Isso porque eu nem prestei atenção na primeira charge do enunciado e acabei entendendo de outro jeito. A torcida é pra não zerar Português e ir razoavelmente bem em Literatura. Também pelos meus cálculos, o mínimo que eu teria de tirar nessas 2 provas gira em torno de 45%. É alto - principalmente pra quem errou tanto na primeira questão.
Enfim.
Tirando isso, tudo aqui vai correndo bem. Não tanto quanto poderia, claro, mas aí já é querer demais.
Desde que eu descobri o Karma, há aproximadamente um mês, comecei a enxergar algumas coisas de um jeito diferente.
Aprendi, por exemplo, que você não pode fazer o que quiser e com quem quiser sem ter em mente que as consequências podem tardar, mas elas com certeza virão. Isso complicou bastante alguns aspectos da minha vida, como aqueles "interpessoais" [palavra gay].
Eu tenho, sim, tentado ser uma pessoa melhor. Ou menos pior, que seja.
Antigamente, eu não acreditava quando alguém me falava que a gente aprende as coisas "quando pequeno". Achava bobagem, que qualquer um poderia mudar assim que bem entendesse.
Hoje, eu vejo que não é bem assim. Eu tenho enfrentado vários problemas no que diz respeito à essas "mudanças". Não tem sido fácil, mas eu vou continuar.
Afinal, se eu descobri o Karma, é porque ele me chamou. Era a hora da conversão.
Que ela seja bem sucedida!